Economia
06/09/2008
faça o que eu digo e não faça o que eu faço
e agora, como ficam os nossos liberais, os comensais, digo os "consensuais" de washington?
Estados Unidos da América estatizam setores da economia
"O agravamento da crise imobiliária fez com que o governo dos EUA
decidisse ontem à noite estatizar as duas gigantes do mercado de
hipotecas, Fannie Mae e Freddie Mac. Em reunião extraordinária com o
Federal Reserve e o Tesouro, ficou acertado o afastamento dos conselhos
de administração das empresas. (Jornal O GLOBO)"
27/06/2008
leão do norte
hoje este blog "tá danado"!
Coluna do Magno Martins no Jornal FOLHA DE PERNAMBUCO:
7/06/2008
Coluna de hoje na Folha

Ressurge o Leão do Norte
O presidente da
Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamim Steinbruch, anunciou, ontem,
no Recife, ao lado do governador Eduardo Campos, a instalação de uma
usina siderúrgica no Estado, que vai processar 3,5 milhões de toneladas
de minério de ferro/ano ao custo de US$ 6 bilhões.
No momento em que aparece como o segundo melhor gestor estadual avaliado no País, não haveria notícia mais animadora para o governador.
Amigo do senador Sérgio Guerra, que participou da cerimônia, Steinbruch não fez a opção gratuita por Pernambuco.
Pesou na sua decisão, dentre outros fatores, a infra-estrutura de Suape, a localização geográfica e, principalmente, o boom econômico que o Estado vive hoje. É certo que o governador deve ter oferecido outras vantagens, que acabaram sendo marcantes na tomada de posição do empresário.
Com a chegada da siderúrgica Pernambuco passa a contar com três grandes projetos alavancadores da sua economia - sendo os dois restantes a refinaria e o estaleiro da Camargo Corrêa.
São empreendimentos geradores de empregos e, mais do que isso, âncoras na atração de outros grandes investimentos que poderão ser atraídos em direção ao porto de Suape. Há muito, Pernambuco não recebia tantas notícias boas. O Leão do Norte parece que voltou a rugir.
09/04/2008
é a guerra, estupido!
para continuar em guerra, não é necessário ser o maior consumidor do mundo. é preciso ser o maior produtor.
É difícil saber que medidas devem ser usadas para determinar o vigor de uma economia. O mercado financeiro ou a economia real? Se o mercado financeiro, os Estados Unidos da América estão na lona. Se a medida for a produção industrial, preparem-se: o país do Bush continua responsável por mais de 1/4 do que o mundo produz. É tudo uma questão de gerenciamento da crise. Excesso de confiança e arrogância levaram à guerra e fizeram subir artificialmente o valor dos papéis. Mas a produção não foi atingida, ainda.
15/03/2008
onde estão os economistas maravilhosos e suas teses voadoras?
obediência total e silêncio absoluto
Quando o FMI andava por aqui dando as regras do jogo era feio o governo socorrer empresas e bancos em dificuldades. Por aqui se dizia que isso era prática de capitalismo do terceiro mundo. Os grande economistas recomendavam que imitássemos o capitalismo americano, o verdadeiro, o darwiniano, o que fazia a seleção do melhor. Lá, diziam nossos economistas, quem não tinha competência quebrava, e o governo nem queria saber disso.
Era mentira do FMI.
Além de socorrer algumas companhias aéreas, o governo dos Estados Unidos da América socorreu o Banco Bear Stearns, o quinto maior banco de investimentos dos Estados Unidos da América. Agora socorre o Lehman Brothers dando apoio para obter 2 bilhões de dólares na praça.
Que dizem nossos economistas defensores do capitalismo puro? O silêncio é total.
23/02/2008
os estados unidos da américa são um grande risco
| Por que não o risco-Estados Unidos? |
|
Carlos Chagas - Tribuna da Imprensa
Por que aceitarmos a prevalência do "risco-Brasil", que empresas americanas, algumas até à beira da falência, continuam nos impondo? A hora seria de um pouco de coragem e de muita independência. Dependerão nossas exportações, em imensa maioria, das oscilações do dólar e dos juros que o Federal Reserve manipula? Ou o preço da soja subordinado a decisões da bolsa de Chicago? Deveremos ficar à mercê de vetos ou de permissões americanas para vendermos à Venezuela aviões construídos pela Embraer só porque um componente foi importado dos Estados Unidos? Nesse relacionamento entre os dois países existem imposições que não seriam aceitáveis sequer em clima de normalidade econômica, quanto mais na confusão atual. Do blog do Magno Martins |
28/01/2008
ATUALIDADES
NUNCA NA HISTÓRIA DESSE PAÍS...
O Bradesco, maior banco privado do Brasil, fechou o ano de 2007 com um lucro líquido de R$ 8,009 bilhões, um aumento de 5,8% em relação aos R$ 5.054 bilhões registrados em 2006. “A origem do lucro é composta de R$ 5,655 bilhões provenientes das atividades financeiras, que correspondem a 71% do Lucro Líquido e R$ 2,355 bilhões gerados pelas atividades de Seguros, Previdência e Capitalização, que representaram 29% do lucro líquido”, informa o comunicado distribuído pela instituição financeira.
O Bradesco foi o primeiro dos grandes bancos do país a anunciar resultados referentes a 2007.
...BANCO CENTRAL
Já o Banco Central (BC) informou hoje que em janeiro, já foram registradas saídas líquidas no valor de US$ 1 ,8 bilhão de investimentos estrangeiros em ações e renda fixa. O BC atribui o movimento à excessiva volatilidade das Bolsas de Valores em todo o mundo, resultado da incerteza proveniente da economia norte-americana.
27/01/2008
prevendo o passado
A leitura de hoje dos chamados "grandes jornais" lembrou-me uma história contada pelo professor Décio Munhoz, da UnB.
Em todos os jornais os economistas e analistas discutem sobre a crise financeira dos Estados Unidos da América. A discussão é se a crise virá ou não virá. E se vier, vai nos atingir ou estamos blindados? Até o ex Presidente Fernando Henrique Cardoso divaga sobre o assunto num artigo em O ESTADO DE SÃO PAULO. Meu Deus, a crise está ahí, já nos atingiu e os estragos já estão à vista.
Pois bem, voltemos ao Professor Décio Munhoz. Acho que foi ele mesmo, numa reunião em que participei, quem contou. Uma aluna lhe perguntou para que serviam os economistas. Disse ele que pensou bastante e três dias depois respondeu à jovem:
É para prever o passado.

Ninguém duvida de que a economia americana balançou e ainda balança. A
partir dessa evidência vem a pergunta que ninguém faz: não estaria na hora de
criarmos, por aqui, o "risco-Estados Unidos"? Valeria a pena continuarmos
colocando a nossa economia, que vai de vento em popa, segundo o presidente Lula,
na dependência dos percalços e terremotos acontecendo lá em cima?