Economia

06/09/2008

faça o que eu digo e não faça o que eu faço

e agora, como ficam os nossos liberais, os comensais, digo os "consensuais" de washington?


Estados Unidos da América estatizam setores da economia

 

 

"O agravamento da crise imobiliária fez com que o governo dos EUA decidisse ontem à noite estatizar as duas gigantes do mercado de hipotecas, Fannie Mae e Freddie Mac. Em reunião extraordinária com o Federal Reserve e o Tesouro, ficou acertado o afastamento dos conselhos de administração das empresas. (Jornal O GLOBO)"

por José Campello Neto última modificação 06/09/2008 12:58
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27/06/2008

leão do norte

hoje este blog "tá danado"!


Coluna do Magno Martins no Jornal FOLHA DE PERNAMBUCO:

7/06/2008
Coluna de hoje na Folha

         Ressurge o Leão do Norte

O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamim Steinbruch, anunciou, ontem, no Recife, ao lado do governador Eduardo Campos, a instalação de uma usina siderúrgica no Estado, que vai processar 3,5 milhões de toneladas de minério de ferro/ano ao custo de US$ 6 bilhões.

No momento em que aparece como o segundo melhor gestor estadual avaliado no País, não haveria notícia mais animadora para o governador.

Amigo do senador Sérgio Guerra, que participou da cerimônia, Steinbruch não fez a opção gratuita por Pernambuco.

Pesou na sua decisão, dentre outros fatores, a infra-estrutura de Suape, a localização geográfica e, principalmente, o boom econômico que o Estado vive hoje. É certo que o governador deve ter oferecido outras vantagens, que acabaram sendo marcantes na tomada de posição do empresário.

Com a chegada da siderúrgica Pernambuco passa a contar com três grandes projetos alavancadores da sua economia - sendo os dois restantes a refinaria e o estaleiro da Camargo Corrêa.

São empreendimentos geradores de empregos e, mais do que isso, âncoras na atração de outros grandes investimentos que poderão ser atraídos em direção ao porto de Suape. Há muito, Pernambuco não recebia tantas notícias boas. O Leão do Norte parece que voltou a rugir.

 

por José Campello Neto última modificação 29/06/2008 21:51
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09/04/2008

é a guerra, estupido!

para continuar em guerra, não é necessário ser o maior consumidor do mundo. é preciso ser o maior produtor.

É difícil saber que medidas devem ser usadas para  determinar o vigor de uma economia. O mercado financeiro ou a economia real? Se o mercado financeiro, os Estados Unidos da América estão na lona. Se a medida for a produção industrial, preparem-se: o país do Bush continua responsável por mais de 1/4 do que o mundo produz. É tudo uma questão de gerenciamento da crise. Excesso de confiança e arrogância levaram à guerra e fizeram subir artificialmente o valor dos papéis. Mas a produção não foi atingida, ainda.

por José Campello Neto última modificação 17/04/2008 18:07
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15/03/2008

onde estão os economistas maravilhosos e suas teses voadoras?

obediência total e silêncio absoluto

 

Quando o FMI andava por aqui dando as regras do jogo era feio o governo socorrer empresas e bancos em dificuldades. Por aqui se dizia que isso era prática de capitalismo do terceiro mundo. Os grande economistas recomendavam que imitássemos o capitalismo americano, o verdadeiro, o darwiniano, o que fazia a seleção do melhor. Lá, diziam nossos economistas, quem não tinha competência quebrava, e o governo nem queria saber disso.

Era mentira do FMI.

Além de socorrer algumas companhias aéreas, o governo dos Estados Unidos da América socorreu o Banco Bear Stearns, o quinto maior banco de investimentos dos Estados Unidos da América.  Agora socorre o Lehman Brothers dando apoio para obter 2 bilhões de dólares na praça. 

Que dizem nossos economistas defensores do capitalismo puro? O silêncio é total.

por José Campello Neto última modificação 05/04/2008 20:39
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23/02/2008

os estados unidos da américa são um grande risco

 

Por que não o risco-Estados Unidos?

Carlos Chagas - Tribuna da Imprensa

 Ninguém duvida de que a economia americana balançou e ainda balança. A partir dessa evidência vem a pergunta que ninguém faz: não estaria na hora de criarmos, por aqui, o "risco-Estados Unidos"? Valeria a pena continuarmos colocando a nossa economia, que vai de vento em popa, segundo o presidente Lula, na dependência dos percalços e terremotos acontecendo lá em cima?

Por que aceitarmos a prevalência do "risco-Brasil", que empresas americanas, algumas até à beira da falência, continuam nos impondo? A hora seria de um pouco de coragem e de muita independência. Dependerão nossas exportações, em imensa maioria, das oscilações do dólar e dos juros que o Federal Reserve manipula? Ou o preço da soja subordinado a decisões da bolsa de Chicago? Deveremos ficar à mercê de vetos ou de permissões americanas para vendermos à Venezuela aviões construídos pela Embraer só porque um componente foi importado dos Estados Unidos? Nesse relacionamento entre os dois países existem imposições que não seriam aceitáveis sequer em clima de normalidade econômica, quanto mais na confusão atual.

Do blog do Magno Martins


por José Campello Neto última modificação 24/02/2008 18:54
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28/01/2008

ATUALIDADES

NUNCA NA HISTÓRIA DESSE PAÍS...

 

O Bradesco, maior banco privado do Brasil, fechou o ano de 2007 com um lucro líquido de R$ 8,009 bilhões, um aumento de 5,8% em relação aos R$ 5.054 bilhões registrados em 2006. “A origem do lucro é composta de R$ 5,655 bilhões provenientes das atividades financeiras, que correspondem a 71% do Lucro Líquido e R$ 2,355 bilhões gerados pelas atividades de Seguros, Previdência e Capitalização, que representaram 29% do lucro líquido”, informa o comunicado distribuído pela instituição financeira.

O Bradesco foi o primeiro dos grandes bancos do país a anunciar resultados referentes a 2007.

 

...BANCO CENTRAL

 

Já o Banco Central (BC) informou hoje que em janeiro, já foram registradas saídas líquidas no valor de US$ 1 ,8 bilhão de investimentos estrangeiros em ações e renda fixa. O BC atribui o movimento à excessiva volatilidade das Bolsas de Valores em todo o mundo, resultado da incerteza proveniente da economia norte-americana.

por José Campello Neto última modificação 28/01/2008 18:46
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27/01/2008

prevendo o passado

 

A leitura de hoje dos chamados "grandes jornais" lembrou-me uma história contada pelo professor Décio Munhoz, da UnB.

Em todos os jornais os economistas e analistas discutem sobre a crise financeira dos Estados Unidos da América. A discussão é se a crise virá ou não virá. E se vier, vai nos atingir ou estamos blindados? Até o ex Presidente Fernando Henrique Cardoso divaga sobre o assunto num artigo em O ESTADO DE SÃO PAULO. Meu Deus, a crise está ahí, já nos atingiu e os estragos já estão à vista.

Pois bem, voltemos ao Professor Décio Munhoz. Acho que foi ele mesmo, numa reunião em que participei, quem contou. Uma aluna lhe perguntou para que serviam os economistas. Disse ele que pensou bastante e três dias depois respondeu à jovem:

             É para prever o passado.

por José Campello Neto última modificação 27/01/2008 21:21
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