reforma política
por que não?
Esses meus amigos leitores não se emendam. Continuam enviando seus comentários e opiniões diretamente para mim. Nem todas são possíveis, nem me dão permissão, mas algumas dessas mensagens e opiniões serão trazidas aqui, ao blog, para conhecimento de outros leitores amigos.
Não identifico a qual das notas publicadas refere-se o comentário. Mas ele vale por sí só. Quem assina é Pedro Américo David:
Para mim, o primeiro ponto é reduzir o número de deputados federais e estaduais: o baixo clero começa com o inchaço destas casa legislativas. Os vereadores também deveriam ser em menor número. Os deputados federais deveriam ser eleitos com votos em todo o país com um percentual mínimo de cada região, para deixarem de ser vereadores federais. A reforma tributária e um orçamento elegendo prioridades obrigatórias, e não verbas também dariam um empurrão na direção certa. As medidas para acabar com a impunidade, com o julgamento interpares, e por fim transparência nos gastos, com salários altos, porém sem mordomias. Falta muito? Sim, mas medidas simples e factíveis como estas podem levar a uma recuperação e por fim a esta degradação do poder legislativo e a esta legitimação do poder executivo de legislar através de medidas provisórias, tão ao gosto de governos autoritários e sonho de consumo dos messiânicos em geral e dos petistas em particular.


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