acareação na cpi

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a cpi dos cartões corporativos deve, sim, fazer uma acareação.

 

O Senador tucano Arthur Virgílio Neto sentiu-se ofendido quando foi avisado pelo Senador petista Tião Viana de que amigos jornalistas lhe haviam dito que foi o tucano quem também vazou as informações do tal dossiê/banco de dados da Casa Civil a respeito das despesas do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso. Arthur Virgílio disse que não cometeria esse crime e se disse agredido com a suspeita da imprensa. Rompeu relações com o petista Tião Viana.

Já o Senador tucano Álvaro Dias confessa que vazou as informações, que foram recebidas pelo seu assessor, mas diz que tê-las vazado não é crime. Crime é organizar aquelas informações, defende Álvaro Dias.

Só uma acareação entre os dois tucanos poderá definir, afinal, se é crime, ou não, vazar informações que só o governo poderia ter.

 

Ações do documento

Política e polícia

Enviado por sergio longman em 21/05/2008 11:49
Zezo
A Política virou caso de polícia. A Política virou um grande caso policial. Na verdade a política praticada nos dias de hoje, no país, confunde-se com a atividade marginal. Virou uma guerra de quadrilhas, de gangues. E aí o amigo a de concordar que em muito contribuiu e contribui a prática exercida pelo PT no poder. Dizem alguns especialistas e estudiosos que essa prática já havia sido exercitada e experimentada na atividade sindical. Vive-se um vale tudo. Ninguém sabe mais o que é mentira e verdade. As palavras perderam o sentido, o significado. Dossiê é banco de dados; o computador do Aparecido funciona sozinho, ou ele é muito distraído, capaz de enviar, via email (como anexo) documentos sigilosos; o outro personagem o "amigo" André, de férias, recebe e somente mais de 10 dias depois resolve encaminhar para o senador da oposição, de quem é assessor e por aí vai. Enfim, todos mentem, mentem descaradamente e não acontece nada. Os congressitas, com raras exceções, apenas encenam para as câmaras de TV, um filme pastelão de baixa categoria. O Aparecido, indiciado pela Polícia Federal, pode se calar ou até mentir, com aval dos tribunais (indiciamento bem oportuno?) Na verdade, trata-se a opinião pública como um bando de otários. Perdeu-se a noção do ridículo. Perdeu-se todo o sentido de moral e de ética. Ninguém quer saber da verdade. Moral, ética e verdade estão mortas e sepultadas, nesta quadra política que vive o país. Mantido esse ritmo a Polícia Federal deve transformar-se num grande "partido político". Precisamos reinventar este país.