reforma política

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por que não?

 

Esses meus amigos leitores não se emendam. Continuam enviando seus comentários e opiniões diretamente para mim. Nem todas são possíveis, nem me dão permissão, mas algumas dessas mensagens e opiniões serão trazidas aqui, ao blog, para conhecimento de outros leitores amigos.

Não identifico a qual das notas publicadas refere-se o comentário. Mas ele vale por sí só. Quem assina é Pedro Américo David:

Para mim, o primeiro ponto é reduzir o número de deputados federais e estaduais: o baixo clero começa com o inchaço destas casa legislativas. Os vereadores também deveriam ser em menor número. Os deputados federais deveriam ser eleitos com votos em todo o país com um percentual mínimo de cada região, para deixarem de ser vereadores federais. A reforma tributária e um orçamento elegendo prioridades obrigatórias, e não verbas também dariam um empurrão na direção certa. As medidas para acabar com a impunidade, com o julgamento interpares, e por fim transparência nos gastos, com salários altos, porém sem mordomias. Falta muito? Sim, mas medidas simples e factíveis como estas podem levar a uma recuperação e por fim a esta degradação do poder legislativo e a esta legitimação do poder executivo de legislar através de medidas provisórias, tão ao gosto de governos autoritários e sonho de consumo dos messiânicos em geral e dos petistas em particular.

Ações do documento

reforma politica

Enviado por José Campello Neto em 19/03/2008 13:17
Penso que a relação eleitor eleito é baixa no Brasil. Para uma população bem menor que a nossa a A Assembléia da França tem cerca de 800 Deputados. Nós não chegamos a 500. Mas a idéia de acabar com o voto distrital federado é simpática. Mesmo que eu seja eleitor em roraima quero ter o direito de escolher um Deputado, ou uma Deutada, Federal que me agrade em qualquer Estado da Federação. Quero poder votar no Maluf ou no Chico Alencar, mesmo sendo eleitor em Porto Alegre.