22/07/2008

chame, chame o ladrão!

criminoso com respaldo político

 

O Deputado Natalino Guimarães, que foi preso ontem à noite, após uma troca de tiros com a polícia, pertence à mesma quadrilha, digo, ao mesmo Partido do Senador José Agripino Maia, aquele que não se importa com o fato de presos serem torturados, desde que não mintam. O Partido chama-se PFL, mas tenta se esconder atrás de uma nova sigla, DEM.

Natalino comandava grupos de extermínio, já havia sido preso uma vez, e era vigiado há vários meses pela polícia. Mas quem comanda Natalino na Assembléia Legislativa e lhe dá respaldo político, sem jamais haver tomado qualquer medida contra o colega homicida, é o Prefeito do Rio de Janeiro, que dirige o PFL nacionalmente por intermédio de seu filho, também Deputado pelo mesmo Partido.

 

 

 

 

por José Campello Neto última modificação 22/07/2008 10:38
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21/07/2008

viva o chanceler celso amorim, a missão

amorim deixa claro que os estados unidos da américa são os herdeiros do nazismo

 

 

O chanceler Celso Amorim lamentou ontem um possível mal-estar que possa ter causado ao citar um ministro nazista no sábado, quando afirmou que os países ricos usam a desinformação para não fazerem a sua parte nas negociações comerciais da Rodada Doha. Mas se manteve na ofensiva e, indagado, concordou que a reação irritada dos Estados Unidos é uma tática de negociação.

"Se ofendi alguém, eu lamento, não foi minha intenção. Mas mantenho: repetir uma distorção faz com que as pessoas acreditem que ela é a verdade", disse Amorim, ao fim de uma série de reuniões preparatórias para o encontro que começa hoje na OMC (Organização Mundial do Comércio) e que está sendo considerado a última cartada para salvar a Rodada Doha.

A polêmica citação foi feita durante entrevista coletiva concedida por Amorim no sábado, na sede da OMC. Ao se queixar de campanha de "desinformação" feita pelos países ricos nas negociações, ele disse que ela lembrava uma frase do ministro da Propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbels.

"O autor [da frase] não é bom, mas é verdade: uma mentira dita muitas vezes vira verdade", disse o chanceler brasileiro. Ele criticava a impressão difundida pelos países desenvolvidos de que o entendimento sobre agricultura estava adiantado e que um acordo dependia das negociações industriais, em que os emergentes estão sendo cobrados a aceitar reduções de tarifas maiores. Assinante da Folha leia mais em: Para país, reação dos EUA a citação de nazista é tática

 


por José Campello Neto última modificação 21/07/2008 23:19
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19/07/2008

viva o chanceler celso amorim !!

celso amorin fala a verdade sobre os nazistas da atualidade

 

 

EUA classificam como "baixos" comentários de Amorim

As declarações de Celso Amorim comparando americanos e europeus as táticas usadas no nazismo causaram um incidente diplomático, em plena semana decisiva das negociações na Organização Mundial de Comércio (OMC). O governo dos Estados Unidos afirmou que os comentários eram "baixos" e que iam "além de qualquer imaginação". Pior, a representante de Comercio da Casa Branca, Susan Schwab, é filha de sobreviventes do Holocausto. Seus assessores afirmaram que ela ficou surpreendida com o ataque, considerado como "pessoal e baixo".

"Sempre mostramos respeito ao Brasil, ao ministro Celso Amorim e ao presidente Luis Inácio Lula da Silva. Mas esses comentários vão além do razoável", afirmou Sean Spicer, porta-voz de Schwab. "Isso e uma das coisas mais baixas que já vimos", disse, em nome do governo americano. "Esperamos que os comentários não afetem a Rodada", afirmou.

por José Campello Neto última modificação 19/07/2008 20:48
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países amigos

já não é hora de rever as relações com esses países?

 

 

Israel não reconhece imunidade diplomática ao Embaixador brasileiro

Estados Unidos da América obrigam Chanceler brasileiro se despir dos sapatos para pisar em território americano.

Espanha classifica brasileiras como prostitutas

 

 

por José Campello Neto última modificação 19/07/2008 20:39
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Ladraõzinho...

Em 2002 o jurista Dalmo Dallari quis processar o Presidente Lula por crime de responsabilidade. O Motivo: O presidente não poderia indicar uma pessoa sem moral ilibada para ser Ministro do Supremo Tribunal Federal. Quem era o indicado?

 

Do Blog do Noblat.

Sem habeas corpus

Rapaz que tentou roubar cordão de Gilmar Mendes fica preso, mesmo sendo primário

 

Preso há 20 dias por tentar roubar um cordão de ouro do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, Jéfferson Hermínio Coelho, de 18 anos, não conseguiu habeas corpus para sair da prisão, apesar de ser réu primário. Para a família, o rigor é diferente do que teve o ministro ao conceder o mesmo benefício duas vezes, num intervalo de 24 horas, ao banqueiro Daniel Dantas, acusado de vários crimes, inclusive tentativa de suborno de uma autoridade policial.

Jéfferson surpreendeu o ministro quando este caminhava no calçadão da Avenida Beira Mar, área nobre da cidade, no dia 29 de junho. Foi detido por dois seguranças e dois policiais militares que faziam a escolta de Gilmar, preso e indiciado por tentativa de assalto. Jéfferson está numa cela com outros quatro presos na Casa de Custódia em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza. Ele mora com a madrasta, o pai e duas irmãs, universitárias. A família está revoltada porque acha que o banqueiro recebeu tratamento privilegiado enquanto Jéfferson ainda não pôde sequer receber a visita do pai, que entrou em depressão. A visita paterna só é permitida no último sábado do mês.

— A família está revoltada. Não sei se foi uma aventura ou brincadeira de mau gosto. Mas ele é réu primário e, por lei, ele direito a responder em liberdade — disse a madrasta, Antônia Raimunda. Leia mais em O Globo
deu em o globo

 

por José Campello Neto última modificação 19/07/2008 10:15
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18/07/2008

finalmente a justiça

agora é necessário a punição exemplar. a cerimônia de exclusão ex officio a bem da disciplina com toque fúnebre de corneta e o uniforme arrancado em público. se possível entregar os criminosos à justiça civil e aos familiares de todas as pessoas a quem eles prejudicaram e que mataram

deu na folha de s. paulo

Controladores são condenados por motim

Os oito controladores do Cindacta-4 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo) acusados de promover o motim que interrompeu o tráfego aéreo do país em 30 de março de 2007 foram condenados ontem pela Justiça Militar, em Manaus, a penas que vão de dois meses a dois anos e dois meses de detenção, além da perda dos cargos.

Os militares foram condenados pelos crimes de publicação ou crítica indevida, desrespeito a superior e incitamento à desobediência, à indisciplina ou à prática de crime militar, previstos no Código Penal Militar. Eles poderão recorrer da decisão em liberdade. Assinante da Folha leia mais em: Controladores são condenados por motim

por José Campello Neto última modificação 18/07/2008 12:22
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14/07/2008

soltador geral da república ou defensor da legalidade?

o ministro gilmar mendes, atual presidente do supremo tribunal federal, que mandou soltar o banqueiro daniel dantas, era o advogado geral da união (do governo fernando henrique cardoso) quando os fatos narrados aqui, adiante, estavam acontecendo. a informação é deste blog. a ilação pode ser sua.

 

Do Blog do Noblat

 

Comentário

Esculachou, perdeu

Em setembro de 2002, ao ser preso na Favela da Grota, no Rio de Janeiro, o traficante de drogas Elias Maluco, assassino do jornalista Tim Lopes, da TV Globo, suplicou a um policial: “Perdi, chefia. Mas não me esculacha”. O banqueiro Daniel Dantas, dono do Grupo Oporttunity, perdeu porque abusou de atropelar as leis e de esculachar o Estado.

Lembram de Ricardo Sérgio de Oliveira, diretor da área internacional do Banco do Brasil no governo FHC e arrecadador de recursos para campanhas do PSDB? Ele saiu do banco depois de ter admitido em conversa grampeada pela Polícia Federal que agira no “limite da irresponsabilidade” durante o processo de privatização do sistema de telefonia do país. 

O que governo menos desejava na época era a revelação de qualquer indício ou prova capaz de sugerir que Ricardo Sérgio fosse ligado ao presidente.

Pois bem: em meados de 2002, um alto executivo do Oporttunity reuniu-se no Rio com um assessor de FHC. E lhe disse que tinha a gravação de uma conversa entre o presidente e Ricardo Sérgio.

O assessor deu o recado a FHC. Que então perguntou: “Você ouviu a gravação?” Não, ele lera a transcrição da conversa. Dali a alguns dias, FHC recebeu Dantas para um encontro a sós no Palácio do Alvorada. E atendeu ao seu pedido de não trocar o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A CVM “é responsável por regulamentar, desenvolver, controlar e fiscalizar o mercado de valores mobiliários do país”. Para tal fim, exerce, entre outras, as seguintes funções: assegurar o funcionamento eficiente e regular dos mercados de bolsa e de balcão; proteger os titulares de valores mobiliários; evitar ou coibir modalidades de fraude ou manipulação no mercado; e garantir a observância de práticas comerciais eqüitativas no mercado de valores mobiliários. Os negócios de Dantas passam pela CVM.

Nunca antes na história deste país um magnata como Dantas se atreveu tanto a usar meios ilegais para aumentar sua fortuna e se apropriar do Estado ou de parte dele.

Era preciso ter aliados no Congresso? Investiu na eleição de deputados e senadores.

Era preciso corromper servidores públicos? Corrompeu vários nos governos FHC e Lula.

Era preciso monitorar concorrentes ou se antecipar a eventuais decisões da Justiça contrárias aos seus interesses? Pagou caro para espionar sócios, desafetos e até juízes.

Faltaram a Dantas paciência e talento para fazer a transição política do governo FHC para o de Lula. E a poucos meses da eleição presidencial de 2006 ele cometeu seu mais grave erro: divulgou falso dossiê sobre contas secretas que Lula e auxiliares teriam no exterior. Imaginou esculachar o governo com a vã esperança de recuperar o status que teve no governo passado.

É possível que jamais venha a ser condenado por crimes financeiros, mas sim pela reles tentativa de subornar um delegado da Polícia Federal.

 

por José Campello Neto última modificação 14/07/2008 11:48
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13/07/2008

espetacularização da justiça

espetacularização é correr para conceder um habeas corpus na calada da noite.... (luiz roberto marinho, colunista do jornal fatorama)

 

O Ministro Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal Federal, perdeu uma grande oportunidade de conservar-se discreto como manda o figurino para o comportamento de um Juiz. Tinha tudo para ficar calado e agir corretamente, como parece que agiu, ao conceder Habeas Corpus ao banqueiro Daniel Dantas e a outros membros de um grupo de "aplicadores" que foram presos pela Polícia Federal. Se havia motivos para a Polícia Federal prender os investigados haviam, também, direitos individuais a serem resguardados que sòmente a concessão do Habeas Corpus poderia assegurar.

Questionável foi o açodamento por parte do Ministro ao antecipar o julgamento do pedido, tanto na primeira vez, quanto na segunda, em declarações a emissora de televisão.  Extrapolando ainda mais seu papel, após a concessão quase que imediata da soltura, sem possibilidade de uma análise fria e serena dos dos Autos, o Ministro criticou em público a Sentença de primeira instância do Juiz Federal de São Paulo.

Isso nunca se viu. Essa atitude do Ministro está muito mais para partidária do que para isenta.

 

 

 

por José Campello Neto última modificação 13/07/2008 22:17
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12/07/2008

obrigado por me vigiares

sebo nas canelas e olho no pré-sal II

 

O embaixador americano no Brasil (ainda mantemos relações diplomáticas com aquele país) está surpreso porque não recebeu, até agora, agradecimentos do Governo braslieiro nem de autoriadades brasileiras pela reativação da 4a frota da Marinha Americana para instabilizar militarmente a América do Sul.

O Embaixador mandou esse recado pelos Senadores que lhe foram beijar a mão na última terça-feita, em sua residência, em Brasília

Ele é tão bonzinho...

 

por José Campello Neto última modificação 12/07/2008 14:14
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09/07/2008

jantar com banqueiros

o pt realmente sucedeu o psdb em quase tudo

 

Do Jornal FOLHA DE SÃO PAULO

De Kennedy Alencar:

O banqueiro Daniel Dantas conseguiu se aproximar de ministros do governo petista e de integrantes da cúpula do PT. Na campanha eleitoral de 2002, Luiz Inácio Lula da Silva foi alertado pelo então coordenador de campanha e futuro ministro Luiz Gushiken de que o empresário fazia jogo pesado no mundo comercial e que tinha interesse em manter a influência sobre os fundos de pensão de estatais federais para vitaminar negócios privados.

No governo de Lula, houve uma divisão entre ministros em relação aos interesses de Dantas com os fundos de pensão. José Dirceu, então ministro da Casa Civil, e o diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolatto ficaram a favor do banqueiro. Gushiken contra.

No governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), Dantas obteve apoio político do PSDB e do PFL (o atual DEM) para participar da privatização das teles. Há o episódio do jantar dele com FHC em junho de 2002. No dia seguinte, haveria troca do comando da Previ, como desejava o banqueiro. Assinante da Folha leia mais em: Banqueiro se aproximou de ministros e contratou compadre de Lula

 

 

por José Campello Neto última modificação 09/07/2008 08:12
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fantoche americano é criticado por ingrid

país que foi comprado em 1918 pelos americanos continua a ser território estrangeiro na américa do sul

 

Ingrid dá guinada e passa a atacar Uribe. Ex-refém, que antes defendeu possibilidade de terceiro mandato, adota discurso social e aponta isolamento regional do país

De Eliane Cantanhêde:

Menos de uma semana depois de ser resgatada espetacularmente do cativeiro, a ex-candidata a presidente da Colômbia Ingrid Betancourt consolidou ontem a guinada iniciada na véspera em relação ao governo de Álvaro Uribe. Se em suas primeiras entrevistas foi pró-Uribe, admitindo até o terceiro mandato do presidente, ontem ela declarou que não teria votado nele e que "a Colômbia está isolada na região".

"[A Colômbia] é o único país que tem guerrilha e por isso estamos na extrema direita. Quem elegeu Uribe foram as Farc [Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, o grupo que a fez refém]. Se não existissem as Farc, não existiria Uribe. Os colombianos votaram em Uribe porque estão até o pescoço com as Farc", disse ela, numa nítida mudança de tom, na véspera de completar sete dias de libertação. Assinante da Folha leia mais em: Ingrid dá guinada e passa a atacar Uribe

 

por José Campello Neto última modificação 09/07/2008 08:08
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06/07/2008

sebo nas canelas e olho no pré-sal

direita brasileira e os partidos da subserviência nacional estão exultantes

 

Coluna de HÉLIO GÁSPARI - Jornal O GLOBO 6/7/8

 

A volta da 4ª Frota é um ato arrogante Sem consulta aos demais países, o presidente George Bush recriou a Quarta Frota da Marinha dos Estados Unidos, que deverá proteger seus interesses nas águas da América Latina e do Caribe.

A medida recebeu o apoio da equipe do candidato Barack Obama.

Má notícia para a turma do andar de baixo.

Um levantamento do professor John Coatsworth, da Universidade Columbia, ensina que, entre 1898 e 1994, os Estados Unidos ajudaram a derrubar 41 governos latino-americanos. Um a cada 28 meses.

As intervenções militares diretas foram 17 e nessa conta não entraram a fracassada invasão de Cuba, de 1961, e a deposição do presidente haitiano Jean-Bertrand Aristide, em 1984.

No Brasil, faz-se de conta que a frota só ameaça os outros. Falso. A primeira intervenção americana ocorreu em 1864, com o seqüestro de um vapor confederado no porto de Salvador. Estão documentadas outras três.

A maior de todas, durante a Segunda Guerra Mundial, ficou no papel.

Segundo a primeira versão do “Plano do Teatro de Operações do Nordeste do Brasil”, de 1ode novembro de 1941 (um mês antes do ataque japonês a Pearl Harbour), os Estados Unidos desembarcariam até cem mil soldados num arco que iria de Belém a Salvador. A cabeça de ponte da invasão ficaria em Natal. Getulio Vargas entendeu que não lhe restava outro caminho e cedeu aos americanos o acesso ao Saliente Nordestino.

A frota americana meteuse na vida nacional em duas outras ocasiões. A primeira, em 1893, contribuiu para o fim da Revolta da Armada e a convocação de eleições por Floriano Peixoto. Os Estados Unidos concentraram na Baía da Guanabara cinco cruzadores, equivalentes a um terço da tonelagem da Marinha americana. Esse foi o primeiro grande lance de imperialismo naval da história dos Estados Unidos. A história segundo a qual Floriano disse que receberia “à bala” uma ajuda internacional poder ter sido patriótica lorota. O caso está contado no livro “Trade and Gunboats” (Comércio e Canhoneiras), do historiador Steven Topik.

Em 1964, quando a “Quarta Frota” estava desativada, os Estados Unidos planejaram outra intervenção. Chamouse Operação Brother Sam e era formada por um porta-aviões e seis contra-torpedeiros. Destinava-se a mostrar que a Casa Branca estava do lado da revolta contra o presidente João Goulart. O espetáculo militar foi desnecessário e os barcos deram meia-volta.

 

por José Campello Neto última modificação 06/07/2008 13:00
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acima de qualquer suspeita

não dá para esquecer que o presidente desse comando, digo, partido é severino sérgio estelita guerra

 

O GLOBO - 06/07/08 - PANORAMA POLÍTICO

 

Os tucanos estão inquietos e torcendo A cúpula do PSDB está apreensiva com as investigações, na Suíça, sobre o pagamento de propinas pela Alston na gestão Mario Covas (SP), que sempre foi um símbolo da ética na política.

A tensão aumentou com os novos dados sobre o financiamento da campanha presidencial tucana de 1998. Um de seus dirigentes diz que o melhor agora, para os tucanos, seria que as investigações passassem a ter como foco as propinas que teriam sido pagas nas estatais federais.

 

por José Campello Neto última modificação 06/07/2008 13:01
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05/07/2008

para refletir

embora ainda faltem muitas informações

 

Do Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO

 

 

O impacto do êxito de Uribe



 
No centro das atenções da mídia mundial desde a sua libertação do cativeiro de seis anos e meio das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), a ex-senadora Ingrid Betancourt já não provoca apenas sentimentos de compaixão e solidariedade. O seu comportamento autopromocional e a sua aparência surpreendentemente saudável - contrastando com a imagem de prostração e debilitamento divulgada em fins do ano passado, personificando os horrores da narcoguerrilha - deixaram a imprensa à vontade para rememorar não só as circunstâncias em que se deu o seu seqüestro, mas também, correlatamente, a sua grotesca candidatura a presidente da República em 2002 por um partido, não menos grotesco, chamado Oxigênio.

Não fosse o seu seqüestro, as suas aspirações presidenciais teriam merecido, se tanto, uma nota de rodapé na crônica da convulsionada política colombiana. Ficaria uma vaga lembrança do histrionismo de comparar a corrupção em seu país à aids e de adotar como símbolos de campanha uma camisa-de-vênus, com o slogan "Proteja-se" e o remédio Viagra - nada que fizesse a sua popularidade ir além de um par de pontos de porcentagem nas pesquisas. Ciente da própria irrelevância eleitoral, ocorreu-lhe apelar para uma forma temerária de autopromoção - fazer campanha na região de San Vicente del Caguán, no sul da Colômbia, notório reduto das Farc. Quaisquer que tenham sido, à época, as suas expectativas sobre os resultados do lance oportunista, a verdade é que ela praticamente se entregou aos bandidos.

Com isso, produziu-se um caso exemplar de conseqüências indesejadas. Mais do que o lugar que ocupava no cenário colombiano, mais até do que o fato de ser mulher, a sua dupla nacionalidade e os vínculos familiares com a França deram dimensão internacional à tragédia que passaria a viver, por um imenso erro de cálculo. Acabou bem, felizmente - e seria desumano não festejar o desfecho triunfal da desventura, mesmo encarando com desconfiança o "estrelismo" político que vem exibindo sua protagonista. De todo modo, logo que empalidecerem as luzes de sua fama, se desenhará com nitidez a nova equação política, na Colômbia e na América do Sul, resultante do formidável triunfo do presidente Álvaro Uribe com a operação espetaculosa do resgate de Ingrid e outros 14 reféns.

Ele não precisa de um terceiro mandato - e é de desejar ardentemente que não se disponha a buscá-lo - para ter assegurado o seu lugar na história da Colômbia e da América Latina, como o líder que destruiu a mais odiosa das organizações terroristas que se formaram nesta parte do mundo sob o patrocínio de Fidel Castro - e, depois, de Hugo Chávez - e que chegou a formar um Estado dentro do Estado colombiano. Numa região infestada de antiamericanismo primário, Uribe ousou firmar uma sólida aliança com Washington para dar combate ao narcotráfico e ao terrorismo - as duas faces de um mesmo inimigo mortal. Agora, com as Farc nos estertores e Uribe no apogeu, Chávez e seu adepto equatoriano Rafael Correa são os grandes derrotados na arena ideológica regional.

Chávez foi diretamente atingido pelas evidências, registradas no computador que pertencia ao número dois das Farc, Raúl Reyes, morto pelas forças colombianas em território equatoriano, de lhes fornecer armas e dólares. Hoje, chama Uribe de "irmão", depois de ter-se dissociado da organização, anunciando, há algumas semanas, que "a esta altura, na América Latina, um movimento guerrilheiro está fora de lugar". Foi o que disse anteontem, quase com as mesmas palavras, o presidente Lula, ao comemorar o feito do Exército colombiano. Só não tem o menor cabimento ele aconselhar as Farc a "participar do jogo democrático". No momento em que se demonstra "ao vivo" que a narcoguerrilha está em seus estertores finais, não tem sentido fornecer-lhe um balão de oxigênio.

Mas, pior do que o "conselho" de Lula, é a fantasia de que a Colômbia e as Farc podem se reconciliar, para usar um termo do próprio Lula, endossando nota do Itamaraty. "Reconciliação de quem com quem?", pergunta o ex-embaixador do Brasil em Washington Roberto Abdenur. "De um país de 47 milhões de habitantes com um pequeno grupo que age pela força? É tratar as Farc como se fossem representantes legítimas de uma parte expressiva da Colômbia."

A política de Uribe desfruta, neste momento, do apoio de 91% dos colombianos.


por José Campello Neto última modificação 05/07/2008 13:32
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ubaldo não era paranóico

e o "alegro desbun", como fica?

 

 

 

Quando se dizia que a CIA  botava um terno em pobres criaturas suburbanas e as doutrinava para levarem a Bíblia às praças e ruas, financiando o surgimento de novas seitas evangélicas (Universal do Queijo do Reino?), para combater a teoria da libertação da Igreja Católica dos anos 60, a direita dizia que isso era uma teoria conspiratória e paranóica da esquerda. E se defendia da acusação dando o trôco sobre Jorge Amado, a quem acusava de só ser lido no mundo inteiro porque o Partido Comunista financiava a publicação de seus romances. Quando os movimentos de luta contra a ditadura militar boicotavam alguns eventos culturais, acusando-os de "pura alienação" e de terem sido patrocinados para desviar a atenção do combate à ditadura,  também se dizia que não passava de paranóia da esquerda.

O livro "Quem pagou a conta?", da escritora inglesa Frances Stonor Saunders, recém traduzido para o português, analisa os diversos eventos e manifestações culturais financiados pelos Estados Unidos da América, por intermédio de suas agências (embaixadas, CIA, etc), durante os anos de guerra fria. Embora trabalhe essencialmente focada na Europa e nos Estados Unidos da América a escritora aborda episódios em outras partes do mundo, inclusive, no Brasil quando cita o caso do poeta americano Robert Lowell que passou três meses por aqui durante o governo João Goulart.

A análise de JASÓN TÉRCIO a respeito do livro lembra que "É público e notório que a CIA (Central Intelligence Agency) contribuiu decisivamente para sabotar e derrubar governos eleitos democraticamente, inclusive no Brasil, planejou e executou atentados terroristas (assassinatos de líderes políticos), espionou milhares de pessoas, entre as quais artistas e escritores sem nenhuma atividade político-partidária, como Ernest Hemingway e John Lennon.

A autora de Quem pagou a conta? aborda apenas em poucas linhas a guerra cultural da CIA em outros países, sem citar o Brasil, exceto no caso de Robert Lowell. Mas durante o governo Jango existiram duas organizações que faziam parte do esquema: o Institutos de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES) e o Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD). Ambos receberam verba da CIA e atuaram em diversos setores culturais, patrocinando edição de livros, publicação de revistas, programas de rádio e TV, documentários, jornais, tudo como parte da conspiração que desembocou no golpe militar de 1964. Vários intelectuais e escritores brasileiros participaram. Uma boa história que ainda falta ser contada."

Eu completo o comentário de JASON TÉRCIO: - Uma boa história -  que nestes tempos de indenizações maravilhosas a dissidentes culturais da ditadura - ainda pode ser contada.

 

 

 

 

 

 

 

por José Campello Neto última modificação 05/07/2008 11:22
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04/07/2008

ingrid betancourt está livre

a ex senadora está livre das farcs

 

 

Ao se unirem no apoio à implantação definitiva de uma base terrorista na América do Sul para militarizar os conflitos na região, os Estados Unidos da América e o Estado sionista de Israel acabaram por protagonizar a soltura dos reféns de elite que estavam em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. A libertação desses reféns deve ser comemorada, e graças devem ser dadas por terem preservado a vida e a saúde. Nada justifica que as FARCs ou quem quer que seja se utilize dos mesmos métodos bárbaros que são praticados pelos americanos e pelos israelenses para a consecução de seus objetivos. Mas a vitória dos Estados Unidos da América e de Israel em território sul-americano deve ser temida e discutida o quanto antes pelos países onde ainda resta um mínimo de dignidade nacional. As duas potências terroristas transformaram o que ainda é chamado de Colômbia em seu território, livre e sem autonomia, muito menos independência. A dificuldade para a manutenção daquele território que já está em poder dos Estados Unidos da América estava sendo legitimar perante o mundo a continuação do boneco dirigente da região, Uribe, que tentam impor a ferro e a fogo na Presidência do País. Ingrid Betancourt poderá assumir esse papel. Terá apoio do Papa, da França, de Israel e comandará a implantação da força militar e da corrida armamentista no continente, até então livre de conflitos entre seus Países. Os demais reféns das FARCs, cerca de 700, não têm peso político individual nem  importam a esse objetivo imediato das potências estrangeiras, traduzido para o mundo como um esforço exclusivamente humanitário. O esforço de mídia (da "imprensa livre") fará tudo para esquecê-los por enquanto. Enquanto a vitória e os louros da libertação de Ingrid Betencout consolidam a idéia de que o confronto armado é a solução que pode ser vitoriosa e vingar na América do Sul, para que os interesses americanos sejam preservados, vai se discutir a escolha entre Uribe e Ingrid para dar continuidade à ocupação do território. Aiôooo Silver!!

 

 

 

por José Campello Neto última modificação 04/07/2008 07:50
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02/07/2008

tão bonzinhos...

a direita exulta!

 

 

deu em o globo

União contra a Quarta Frota

Lula e Chávez cobram dos EUA explicações sobre reativação de unidade naval na região

De Eliane Oliveira, Janaína Figueiredo e Leonardo Valente:

Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Venezuela, Hugo Chávez, aproveitaram a Reunião de Cúpula de Presidentes do Mercosul, realizada ontem na província argentina de Tucumán, para fazer uma dura cobrança ao governo dos Estados Unidos. Ambos os chefes de Estado manifestaram forte preocupação pela reativação da Quarta Frota da Marinha americana, que após 58 anos voltou ontem a realizar operações militares nas Américas do Sul, Central e no Caribe. Durante seu discurso, no plenário de presidentes do bloco, Chávez afirmou que a estratégia militar americana representa uma ameaça para os países do continente, e defendeu a necessidade de o Mercosul "pedir uma explicação ao governo dos Estados Unidos por sua atitude". Lula, por sua vez, disse que o governo brasileiro pedirá explicações à secretária de Estado americana, Condoleezza Rice.

— Devemos perguntar, em bloco, ao governo dos EUA por que está mandando a Quarta Frota à nossa região — enfatizou o presidente da Venezuela, afirmando ainda que o objetivo dos EUA é apropriar-se dos recursos naturais dos países da região.

Já o presidente brasileiro se antecipou e disse ter dado instruções ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, para que peça esclarecimentos sobre a Quarta Frota ao Departamento de Estado americano.

 

 

por José Campello Neto última modificação 02/07/2008 07:49
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30/06/2008

djalma marinho

A Globo está negociando a compra do Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO.

 

Hoje foi publicado um singelo artigo no jornal CORREIO BRAZILIENSE lembrando a figura humana e política de Djalma Marinho, que completaria 100 anos neste 30 de junho. O artigo que é de autoria de seu neto lembra a trajetória daquele  Deputado Federal eleito sete vezes, tendo cumprido 28 anos de mandato.

Conheço sua filha e sou amigo de seu genro, o ex-Prefeito de Natal (RN), e também ex-Deputado Federal, Marcos Formiga, e poderia falar com respeito da figura humana de Djalma Marinho.

Mas o blog comporta melhor as questões políticas. Questões essas que não afastam a dimensão humana das atitudes de Djalma Marinho. E duas atitudes de Djalma Marinho estão marcadas para a história e para mim. A primeira atitude que destaco foi sua renúncia à Presidência da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados porque, mesmo sendo do partido do Governo, não concordava com a exigência dos militares para que a Câmara concedesse licença para para processar o deputado Márcio Moreira Alves. Era uma época difícil. Atitudes como essa parecem fáceis nos dias de hoje, nesses tempos de democracia.

Neste tempos em que a hegemonia das informações pertence a grupos com orientação totalmente alheia aos interesses nacionais, pois a produção das informações é feita à partir de padrões, definições, gradação e da ótica das matrizes das empresas, deve ser estranho relembrar que em algum momento defendeu-se o Brasil. Djalma Marinho como relator da CPI do acordo Globo/Time Life condenou o acordo e seu relatório deixava clara sua posição contrária à ingerência de empresas estrangeiras, no que veio a se tornar o domínio, que até hoje perdura, daquele grupo econômico na formação da opinião publica no Brasil.

 

 

 

por José Campello Neto última modificação 30/06/2008 17:02
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cheiro de realeza

por José Campello Neto última modificação 30/06/2008 14:22

29/06/2008

"tão bonzinhos" rides again

Uma chance para gabeira e para franklin martins

 

Os Estados Unidos da América, país que expulsou Charles Chaplin de seu território, que perseguiu o beatle John Lennon e que não queria entrar na guerra contra Hitler para não perder bons negócios com a Alemanha, se arvora o direito de qualificar as pessoas e os países mundo a fora. Esta semana anunciou que vai tirar a Coréia do Norte de sua lista de "países terroristas". Mas não informa se a Coréia do Norte irá fazer o mesmo com os Estados Unidos da América, país que mantém tropas militares e pratica ações terroristas no mundo inteiro, em defesa de "seus interesses".

Para os que se preocupam e obedecem à lista negra dos Estados Unidos da América é bom saber que terão que engolir o ex-Presidente da África do Sul, Nelson Mandela. Esta semana, por iniciativa de alguns Deputados, o Congresso americano estuda a possibilidade de excluir Mandela da tal lista negra, onde foi parar quando lutava contra o regime racista/nazista do Apartheid em seu país, aliado dos Estados Unidos da América e de Israel. Aos 90 anos Mandela vai virar bonzinho para a América e para seus obedientes "servidores". O que a iniciativa dos deputados não explica é se os Estados Unidos da América continuariam apoiando os nazistas da África do Sul se Mandela não tivesse vencido a parada.

 

por José Campello Neto última modificação 29/06/2008 21:50
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Brasília, 23/07/2008 22:21
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José Campello Neto
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