Abril de 2007
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Seta-feira
Não tem jeito. Prazos deveriam ser respeitados. Era para o cidadão
a quem contratei para a transformação do blog em ALMANAQUE ter entregue
tudo pronto desde ontem. Não foi assim e não adianta chorar. Espero que
ele entregue nesse fim de semana prolongado. Enquanto isso continuarei
postando notas. Espero, também, que vocês continuem ligados aqui.
· Zezo · 22:26 ·
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Quarta-feira I
Leitura I
Terminei a leitura de um panfleto intitulado O CAÇADOR DE PIPAS.
Meu Deus do Céu! É estarrecedor. Eu já tinha conhecimento da existência
de propaganda de guerra, de propaganda subliminar, de contrapropaganda
e de outras maneiras de trabalhar a informação, mas nunca tinha ficado
tão perto de uma peça de campanha quanto dessa.
Trata-se de um roteiro hollyoodiano para enaltecer a América e sua
generosidade com os imigrantes. É uma boa leitura para quem espera pelo
visto de entrada nas filas dos consulados americanos. O personagem boa
praça é um afegão que detesta os russos e os árabes e vai morar na
Califórnia. Lá ele trabalha num posto de gasolina e vende bugingangas
num mercado de pulgas. Mas não deixa de pregar em seu carro os adesivos
do Partido Republicano. As situação de maior tensão vivida pelo
personagem/narrador foi o resgate de uma criança aos Talibãs. A fuga
para a liberdade. Em nenhum momento, porém, o autor informa quem
financiou, armou e treinou aqueles malucos dos Talibãs. E o mais
emocionante do roteiro é o retorno de um general afegão quando a
América, após o 11 de setembro, finalmente, resolve libertar aquele
país. Onze de setembro foi a salvação para o Afeganistão
· Zezo · 20:08 ·
terça-feira, 24 de abril de 2007
Terça I
Corporação versus Corporação. Tum Tum Tum, está faltando um. Ou tudo é um só coração?
Um velho ditado recomenda que não se deve brigar com quem usa
saias; mulher, padre e juiz. A Polícia Federal pegou uma briga feia,
"briga de cachorro grande", com essa Operação Urricane. Prendeu vários
juízes mas já perdeu o primeiro round. Os de fora já mandaram soltar os
de dentro. Êita confusão!
E nessa confusão tem uma coisa que não dá mesmo para entender: - Se
tudo o que um juiz faz num processo - e é tudo mesmo - passa pelo crivo
dos dois lados da questão, ou seja, dos dois interessados na questão
que é discutida no processo, como êle pode se corromper sòzinho? Se
auto-corrompendo ou uma das partes deixa de contestar, de recorrer, de
cumprir prazo e de dar conteúdo ao que alega?........reticências
reticentes.
· Zezo · 7:45 ·
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Segunda I
Não dá para fazer graça com certos assuntos. Principalmente os que
atingem o sofrimento alheio. Mas essa história do "massacre" na
Universidade americana já passou dos limites. E as 160 mortes na
explosão de um caminhão bomba, no mesmo dia, em Bagdad, não é massacre?
Os oito iraquianos da resistência à invasão de seu país que foram
assassinados a tiros pelos americanos - mortes anunciadas pelo comando
militar americano em Bagdad - não são "massacre"? Tenham a santa
paciência!!....A graça nessa história é o argumento dos que defendem a
venda livre de armas naquele país do norte. Êles estão alegando que se
todos os estudantes estivessem armados o coreano não teria conseguido
matar 32 porque alguém responderia também com tiros contra ele. Faz
parrrte Bam Bam? Sendo asim podemos também argumentar que são 32
possibilidades a menos de soldados americanos no Iraque. Medalha da
resistência iraquiana para o coreano.
Segunda II
O comentário e a pergunta não me chegaram pelo blog. Foram
dirigidos ao meu endereço eletrônico. Foram sobre a condenação da Veja
e de seu agente, Diego Mainardi, por ter mentido a repeito de um
jornalista. Meu amigo quer saber o que esse rapaz, Diego Mainardi, foi
fazer num castelo em Ravello, na Itália. Segundo esse meu correpondente
ele foi procurar Gore Vidal, o escritor e candidato derrotado ao Senado
americano (e tio de Jackeline Keneddy). Por que e para que, pergunta o
missivista eletrônico. Não sei se isso ajuda a responder as questões
sobre mentir impunemente e liberdade de imprensa que postei aqui,
ontem. Sem as hipóteses, no mínimo, cruéis, que meu amigo suscitava a
respeito das preferências literárias do Mainardi, ficam aqui as
perguntas para quem quiser ajudá-lo a desvendar o mistério.
· Zezo · 20:33 ·
domingo, 22 de abril de 2007
domingo II
Duvido que alguém que tenha vivenciado a censura, e a censura
prévia, possa defender qualquer limitação ao direito de expressar
opiniões. Ao contrário, a liberdade deve ser total e absoluta. Em
qualquer mídia ou veículo.
Essa semana divulga-se e discute-se pela mídia a sentença que
condenou o agente da editora abril, Diego Mainardi, a pagar indenização
por haver mentido a respeito de um jornalista, utilizando-se de um
espaço jornalístico. Muitos jornalistas, e outros profissionais, estão
polemizando a questão. Acho que a opinião é de cada um. Tentar mudá-la
é ato de violência. Mas cabem perguntas a respeito de como essa opinião
é formulada, e espero que ajudem-me a ter um resposta:
- é
correto mentir para expressar uma opinião ou os leitores de um veículo
devem saber que é mentira o que dá suporte a uma opinião?
- jornalista pode mentir impunemente?
Vem sempre a minha cabeça a mentira de um jornalista que destruiu a
reputação e a vida do deputado Ibsen Pinheiro. Sua confissão, anos
depois, aliviou sua consciência. Mas não trouxe de volta a vida que foi
destruida. E aí me vem a segunda pergunta:
- é parte da liberdade de imprensa, o direito de mentir impunemente?
Apelo também a São Francisco de Assis
· Zezo · 11:02 · 9 Comentários ·
domingo, 22 de abril de 2007
domingo I
Aprendi que a linguagem de blog não pode ser a mesma de correio
eletrônico. O texto que reproduzí do "blog do Mello", somado ao meu
texto de apresentação, ficou muito longo. No correio eletrônico a gente
pode usar um texto longo. No blog deve-se dar preferência a mensagens
curtas, concisas, para não cansar o leitor. A barra de rolagem não deve
ser usada mais de duas vezes para leitura do mesmo texto. Esta é a
orientação. Soube que já existe até livro falando disso. Confiram: Websites que Funcionam, de Roger Black
Como vocês podem ver, as letras já não estão tão pequenininhas. Perceberam?
Que acharam da "folhinha" aí ao lado? Faltou a informação do santo do dia e a fase da lua.
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Até agora a natureza do blog está indefinida. Para mim essa é a
razão desses erros iniciais. Continuo detalhando minha idéia para os
amigos e tenho que correr contra o tempo, pois na quinta-feira quero o
blog na rua em sua versão definitiva.
Mas aos que quiserem acompanhar esses momentos da criação (e são
muito bem-vindos) saibam que estou chegando à conclusão que minha
proposta se aproxima da criação de um ALMANAQUE. Talvez mais que de um
blog propriamente dito. Ana Cláudia Lins, do Recife, insiste que eu
divulgue informações vitais para sua sobrevivência. Ela não entende
como chegou aos 43 anos sem saber quantas teclas tem um piano comum ou
porque dizemos "muinto" e escrevemos muito. O ALMANAQUE poderia trazer
essas explicações. Ivan Maurício, meu amigo que mora em Fortaleza, tem
diploma de "charadista". Ele é um enigmista diplomado Já ví seu diploma
emoldurado na parede de sua casa. Ele será convidado a colaborar com o
nosso blog (ou será Amanhaque? Por falar nele, Ivan tem um dos
melhores blogs aos quais tive acesso. Vão lá:
www.fotolog.terra.com.br/ivanmauricio. Vou procurar o jornalista e
professor Fernando Menezes para colaboar conosco. Segundo consta ele
tem uma grande coleção de manchetes de jornais, devidamente
classificadas, que podem ser reproduzidas no ALMANAQUE. Seja como fôr
já estou providenciando a mudança de endereço para ALMANAQUE CAMPELLO.
Se Elifas Andreato do ALMANAQUE BRASIL precisar, está autorizado a usar
da "gillete press".
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No espaço seguinte faço dois comentários curtos para treinar a linguagem
· Zezo · 10:20 ·
sábado, 21 de abril de 2007
O teste continua
Parece que as coisas estão melhorando. O isolamento foi quebrado.
Recebí algumas visitas aqui no blog. A do Pedro, meu filho, foi a mais
lacônica. Disse apenas um "olá" e partiu. Mas já não estou tão sòzinho.
E à partir de terça-feira próxima, 24 de abril, o desenho do blog
estará bem mais apresentável. Além disso deverei iniciar a "postagem"
de textos atualizados sobre todos os asuntos que vierem à cabeça.
Aguardo colaborações e sugestões. Não desanimem. Visitem.
O texto à seguir foi enviado para alguns amigos, lá por meados de
março passado. Um desses amigos me deu uma resposta ácida. Mas a
maioria dos que respondeu até gostou. As críticas e comentários, no
entanto, não vieram sobre o texto que eu reproduzí. E sim sobre o meu
texto de apresentação. Imagino que as matérias do blog serão recebidas
assim, com críticas, reparos e afagos. Estando ainda na fase de teste,
reproduzo os mesmos comentários que fiz e a "matéria" do blog do mello
que me despertou a atenção. Quando enviei aos amigos não sabia de quem
era o blog. Agora sei. Foi Elena Camarinha, pessoísta de primeira (quem
quiser saber de Fernando Pessoa fale com ela) quem me apresentou e me
enviou aquele endereço do mello. É um blog interessante.
Encontrei esse antigo artigo "publicado" num blog que eu
desconhecia. Ví nêle, escarafunchados, muitos dos argumentos
preconceituosos que alguns amigos repetem, talvez sem maiores
especulações. E até porque não têm obrigação de especular nada sobre o
que faz esse governo. Mas eu que trabalho com essas coisas, com a
política, com a economia & otras cositas, e que andei passeando
pelo sertão do nordeste e por algumas regiões isoladas da
amazônia,(sempre com ar-condicionado ligado, é claro, e com mujiques a
me atenderem) o reproduzo para provocar a reflexão. E não por
provocação. Afinal, a eleição já passou e o que temos agora para azedar
nossas vidas é o caos aéreo -(Nosso Guia confunde o lider sindical
com o comandante supremo das forças armadas. Já era para ter mandado
prender todos os controladores e os expulsado da Aeronáutica em
cerimônia vexatória. Do mesmo jeito que essa atividade já poderia ter
saído da área militar há muito tempo) - Confesso, com toda
sinceridade, quando ouço amigos citarem exemplos da Coréia, na
educação, da Europa, no auxílio desemprego, etc. etc. que não entendo a
raiva que demonstram quando se adotam essas medidas por aqui (ninguém
reclama quando se adotam medidas que atingem o "andar de cima", como
diz o Gaspari). Mas quando essas mesmíssimas medidas para atingir o
populacho são adotadas no Brasil ,seja por quem quer que seja, elas se
tornam "populistas". Os programas sociais de Dona Ruth Cardoso também
eram criticados dessa forma. Parece que o sujeito de classe média, de
onde vem a maioria de meus amigos, pensa que o povo tem acesso ao que é
feito para ele, de classe média, e acha que o sujeito pobre não usufrui
do benefício, qualquer que seja, porque não quer. Com o cheque especial
o sujeito aperta um pouquinho no juro, mas não passa fome. Com o cheque
voador, por exemplo, dá para assegurar a matrícula da filha no curso de
inglês até o mês seguinte quando melhorou a situação, etc. Por que,
então, esse Severino, de Cururupú, no Maranhão, não usa o cheque
especial para comprar o que precisa, invés de subir num páu de arara em
direção ao sul-maravilha? Além dessa "confusão social", que para mim
indica até uma identificação, existe também, a distinção
discriminatória. E aí não é mais característica de meus amigos. Mas é
de pessoas com quem convivo. Lembro quando da implantação do respeito
às faixas de pedestreres em Brasília. Uma madame que passou uma noite
inteira, num coquetel, elogiando Londres, onde os carros de luxo, e
outros que fossem, paravam para ela atravessar a rua, me disse
revoltada, dias depois, que teve que ficar esperando um tempão, aqui em
Brasília, "uma empregadinha" e toda a família atravessar a faixa de
pedestres quando ela, a madame, estava apressada para deixar a filha na
escola. Pelo que pude concluir essa lei só devia valer onde a madame
andasse a pé. Aqui ela só anda de carro. Para que faixa de pedestre,
não é? Minha vizinha de frente perguntou-me, revoltada, se eu pensava
que estava nos Estados Unidos, quando fui à casa dela reclamar porque
ela deixou o cachorrinho "sujar" minha calçada, em frente à minha
porta. É, essas coisas não são para nós. A gente não merece. E nosso
povo, feio então, é que não merece mesmo. Distribuição de alimentos só
fica legal naquelas filas em Nova York, com pobres encasacados e usando
boinas para se protegerem do frio e da neve. Lá tem charme de filme de
Wood Allen (é assim que se escreve o nome daquele diretor?). A
lanchonete do Marista onde a Larinha estuda vende alimentos muito
melhores do que essas merendas distribuidas pelos "gunvernos". Se o
cara não compra na lanchonete nem matricula os filhos no Marista é
porque viciou-se nas esmolas do governo. Um absurdo! -Nada de cestas
básicas. Pobre que se exploda!!! A questão que se me apresentam,
geralmente, é a seguinte: - Se eles continuarão pobres com essas cestas
e esses programas, por que o governo gastar com essas cestas e esses
programas? É melhor o governo pegar esse dinheiro e investir na soja.
É. É uma opção. É uma escolha política. Éum ponto de vista....
Não sei quem é o dono desse blog. Se ele reclamar porque reproduzí o texto dele não vou pagar nada.
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Os liberais estão inconformados, revoltados mesmo, com a
possibilidade de mais quatro anos de um governo que acham "populista",
por medidas como o Bolsa Família, o Luz para Todos, o aumento do
salário-mínimo, a redução de impostos na cesta básica alimentar e na de
material de construção para a casa própria, do crédito facilitado para
aposentados, pensionistas e pequenos investidores...
Por isso, voto em Lula. São necessários mais quatro anos de Lula
para que se pare com essa conversa fiada de que Bolsa Família é esmola,
que o Brasil necessita é de mercado liberado (menos na hora do
prejuízo, porque aí a Viúva "auxilia")... O Bolsa Família é um programa
com regras - como, por exemplo, a que obriga a criança a comparecer à
escola, ao médico, a tomar as vacinas - que contribuirão para um futuro
melhor para o país, onde o Bolsa Família - aí sim - se tornará
supérfluo. Mas isso não acontece de hoje para amanhã.
E enquanto o médio e o longo prazo não chegam, o que fazer com a
legião de miseráveis que cerca as grandes cidades, com os mendigos -
adultos e, tragicamente, crianças - alcoólicos, viciados em cola,
benzina, thinner, esmalte, crack - muitos deles já completamente
irrecuperáveis; o que fazer com os camponeses sem terra atropelados
pelo agrobusiness; o que fazer com os que trabalham para os
traficantes, para o crime em geral, se não há mercado de trabalho legal
para eles; o que fazer com aqueles para quem o futuro já passou, que
não se alimentaram a tempo, não estudaram direito, não têm o mínimo
preparo para enfrentar esse mundo altamente competitivo do mercado
liberado; aproveitarmos nossa imensa fronteira marítima e lançá-los ao
mar, sem bote ou salva-vidas?
Se foram necessários oito anos de governo FHC para que o brasileiro
se visse livre da dependência da correção monetária, que o fazia
viciado em inflação, precisamos agora de mais quatro anos de Lula no
governo para que o país entenda de uma vez por todas que se acabou o
tempo de planejar o Brasil sem levar em conta os mais pobres. Por isso,
sou Lula de novo.
(Leia aqui um manifesto de mais de 500 professores contra a
candidatura Alckmin , publicado no Blog Entrelinhas. Leia aqui uma
lista de professores que votam em Lula )
· Zezo · 18:50 ·
quarta-feira, 18 de abril de 2007
tragédia
Tragédia. "Tragédia grega de orígem hebraica"! Estou arrasado,
frustrado e humilhado. Nenhum de meus filhos, nem de meus sobrinhos,
fez a gentileza de aceder ao meu blog. E já faz dois dias que
espero esses contatos. É uma evidência de que estou isolado do mundo.
Estarei como Ávaro de Campos, tão isolado do mundo e tão pobre nas
minhas idéias.....? Além do Ivan Guilherme, o mais importante psicólogo
do País, sòmente sobrinhos e filhos foram avisados desse blog, e era
para eles fazerem comentários, pois preciso testar o funcionamento da
rede virtual e aprender a interagir com a máquina. Para falar a
verdade, o Edgard, meu sobrinho que está nos EUA, respondeu sobre a
dúvida quanto à orígem do blog. Demonstra que ele leu o comentário ahí
de baixo e que viu o blog. Mas enviou a resposta diretamente para meu
endereço eletrônico. Pedí autorização a ele para "blogar" sua resposta.
Será esse o termo, "blogar"? Acho que a explicação de Edgard para o que
passamos a chamar de blog tem lógica. Leiam o que ele diz e espero que
cheguem outras explicações.
Diante do silêncio, quase absoluto, vou estender o reclame do endereço do blog para outras pessoas.
· Zezo · 16:27 ·
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Este é um teste.
Gostaria de ter um espaço, uma página na Internet, onde pudesse
dizer uma porção de coisas, falar de vários assuntos, mostrar diversas
imagens, trocar informações e, enfim, me corresponder de uma maneira
fácil com meus amigos.
Pedí a Lara, a criatura mais linda do universo, e a mais
inteligente (embora a Júlia e a Marina discordem quanto aos dois
atributos) que elaborasse uma página na Internet, nesse (ou neste? não
sei onde me sitúo quando acedo a esse - ou a este?- universo) mundo
virtual. Essa página tem o nome de blog, já estou sabendo. Não sei
porque tem esse nome: blog. Gostaria muito de saber porque não se chama
Jornal Virtual, Página Eletrônica, ou algo do gênero. É que "blog" não
me diz nada. Talvez a primeira página desse tipo, contendo informações,
tenha sido batizada com esse som e as que vieram depois simplesmente
copiaram....quem sabe? Desde já, peço que pesquisem e me digam de onde
vem essa expressão. Eu leio diàriamente dois blogs que trazem
informações jornalisticas. O blog do Noblat e o blog do Magno. Mas
leio, também, vez em quando, o blog do Mello
(www.blogdomello.blogspot.com). Esse blog do mello está fazendo um
levantamento, uma pesquuisa, sore a história dos blogs. Mas não trata
do nome. Êle, simplemente, localizou o blog mais antigo da rede. Parece
que é o de uma americana, hippie, que hoje vive no Iraque, de onde,
ainda hoje envia informações sobre a invasão daquele país.
Como eu disse no início, este texto é apenas um teste. Serve para que Lara avalíe espaço, desenho, etc. Espero continuar....
· Zezo · 20:31 ·

