Abril de 2007

por José Campello Neto última modificação 10/07/2008 20:02

 

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Seta-feira

Não tem jeito. Prazos deveriam ser respeitados. Era para o cidadão a quem contratei para a transformação do blog em ALMANAQUE ter entregue tudo pronto desde ontem. Não foi assim e não adianta chorar. Espero que ele entregue nesse fim de semana prolongado. Enquanto isso continuarei postando notas. Espero, também, que vocês continuem ligados aqui.

 

· Zezo · 22:26 ·


 

 

 

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Quarta-feira I

Leitura I

Terminei a leitura de um panfleto intitulado O CAÇADOR DE PIPAS. Meu Deus do Céu! É estarrecedor. Eu já tinha conhecimento da existência de propaganda de guerra, de propaganda subliminar, de contrapropaganda e de outras maneiras de trabalhar a informação, mas nunca tinha ficado tão perto de uma peça de campanha quanto dessa.

Trata-se de um roteiro hollyoodiano para enaltecer a América e sua generosidade com os imigrantes. É uma boa leitura para quem espera pelo visto de entrada nas filas dos consulados americanos. O personagem boa praça é um afegão que detesta os russos e os árabes e vai morar na Califórnia. Lá ele trabalha num posto de gasolina e vende bugingangas num mercado de pulgas. Mas não deixa de pregar em seu carro os adesivos do Partido Republicano. As situação de maior tensão vivida pelo personagem/narrador foi o resgate de uma criança aos Talibãs. A fuga para a liberdade. Em nenhum momento, porém, o autor informa quem financiou, armou e treinou aqueles malucos dos Talibãs. E o mais emocionante do roteiro é o retorno de um general afegão quando a América, após o 11 de setembro, finalmente, resolve libertar aquele país. Onze de setembro foi a salvação para o Afeganistão

 

· Zezo · 20:08 ·


 

 

 

terça-feira, 24 de abril de 2007



Terça I


Corporação versus Corporação. Tum Tum Tum, está faltando um. Ou tudo é um só coração?

Um velho ditado recomenda que não se deve brigar com quem usa saias; mulher, padre e juiz. A Polícia Federal pegou uma briga feia, "briga de cachorro grande", com essa Operação Urricane. Prendeu vários juízes mas já perdeu o primeiro round. Os de fora já mandaram soltar os de dentro. Êita confusão!

E nessa confusão tem uma coisa que não dá mesmo para entender: - Se tudo o que um juiz faz num processo - e é tudo mesmo - passa pelo crivo dos dois lados da questão, ou seja, dos dois interessados na questão que é discutida no processo, como êle pode se corromper sòzinho? Se auto-corrompendo ou uma das partes deixa de contestar, de recorrer, de cumprir prazo e de dar conteúdo ao que alega?........reticências reticentes.


 

· Zezo · 7:45 ·


 

 

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Segunda I


Não dá para fazer graça com certos assuntos. Principalmente os que atingem o sofrimento alheio. Mas essa história do "massacre" na Universidade americana já passou dos limites. E as 160 mortes na explosão de um caminhão bomba, no mesmo dia, em Bagdad, não é massacre? Os oito iraquianos da resistência à invasão de seu país que foram assassinados a tiros pelos americanos - mortes anunciadas pelo comando militar americano em Bagdad - não são "massacre"? Tenham a santa paciência!!....A graça nessa história é o argumento dos que defendem a venda livre de armas naquele país do norte. Êles estão alegando que se todos os estudantes estivessem armados o coreano não teria conseguido matar 32 porque alguém responderia também com tiros contra ele. Faz parrrte Bam Bam? Sendo asim podemos também argumentar que são 32 possibilidades a menos de soldados americanos no Iraque. Medalha da resistência iraquiana para o coreano.


Segunda II


O comentário e a pergunta não me chegaram pelo blog. Foram dirigidos ao meu endereço eletrônico. Foram sobre a condenação da Veja e de seu agente, Diego Mainardi, por ter mentido a repeito de um jornalista. Meu amigo quer saber o que esse rapaz, Diego Mainardi, foi fazer num castelo em Ravello, na Itália. Segundo esse meu correpondente ele foi procurar Gore Vidal, o escritor e candidato derrotado ao Senado americano (e tio de Jackeline Keneddy). Por que e para que, pergunta o missivista eletrônico. Não sei se isso ajuda a responder as questões sobre mentir impunemente e liberdade de imprensa que postei aqui, ontem. Sem as hipóteses, no mínimo, cruéis, que meu amigo suscitava a respeito das preferências literárias do Mainardi, ficam aqui as perguntas para quem quiser ajudá-lo a desvendar o mistério.

 

· Zezo · 20:33 ·


 

 

 

domingo, 22 de abril de 2007

domingo II


Duvido que alguém que tenha vivenciado a censura, e a censura prévia, possa defender qualquer limitação ao direito de expressar opiniões. Ao contrário, a liberdade deve ser total e absoluta. Em qualquer mídia ou veículo.

Essa semana divulga-se e discute-se pela mídia a sentença que condenou o agente da editora abril, Diego Mainardi, a pagar indenização por haver mentido a respeito de um jornalista, utilizando-se de um espaço jornalístico. Muitos jornalistas, e outros profissionais, estão polemizando a questão. Acho que a opinião é de cada um. Tentar mudá-la é ato de violência. Mas cabem perguntas a respeito de como essa opinião é formulada, e espero que ajudem-me a ter um resposta:

- é correto mentir para expressar uma opinião ou os leitores de um veículo devem saber que é mentira o que dá suporte a uma opinião?
- jornalista pode mentir impunemente?


Vem sempre a minha cabeça a mentira de um jornalista que destruiu a reputação e a vida do deputado Ibsen Pinheiro. Sua confissão, anos depois, aliviou sua consciência. Mas não trouxe de volta a vida que foi destruida. E aí me vem a segunda pergunta:

- é parte da liberdade de imprensa, o direito de mentir impunemente?

Apelo também a São Francisco de Assis

 

· Zezo · 11:02 · 9 Comentários ·


 

 

domingo, 22 de abril de 2007


domingo I


Aprendi que a linguagem de blog não pode ser a mesma de correio eletrônico. O texto que reproduzí do "blog do Mello", somado ao meu texto de apresentação, ficou muito longo. No correio eletrônico a gente pode usar um texto longo. No blog deve-se dar preferência a mensagens curtas, concisas, para não cansar o leitor. A barra de rolagem não deve ser usada mais de duas vezes para leitura do mesmo texto. Esta é a orientação. Soube que já existe até livro falando disso. Confiram: Websites que Funcionam, de Roger Black

Como vocês podem ver, as letras já não estão tão pequenininhas. Perceberam?

Que acharam da "folhinha" aí ao lado? Faltou a informação do santo do dia e a fase da lua.

.....................................................................................................................


Até agora a natureza do blog está indefinida. Para mim essa é a razão desses erros iniciais. Continuo detalhando minha idéia para os amigos e tenho que correr contra o tempo, pois na quinta-feira quero o blog na rua em sua versão definitiva.

Mas aos que quiserem acompanhar esses momentos da criação (e são muito bem-vindos) saibam que estou chegando à conclusão que minha proposta se aproxima da criação de um ALMANAQUE. Talvez mais que de um blog propriamente dito. Ana Cláudia Lins, do Recife, insiste que eu divulgue informações vitais para sua sobrevivência. Ela não entende como chegou aos 43 anos sem saber quantas teclas tem um piano comum ou porque dizemos "muinto" e escrevemos muito. O ALMANAQUE poderia trazer essas explicações. Ivan Maurício, meu amigo que mora em Fortaleza, tem diploma de "charadista". Ele é um enigmista diplomado Já ví seu diploma emoldurado na parede de sua casa. Ele será convidado a colaborar com o nosso blog (ou será Amanhaque? Por falar nele, Ivan tem um dos melhores blogs aos quais tive acesso. Vão lá: www.fotolog.terra.com.br/ivanmauricio. Vou procurar o jornalista e professor Fernando Menezes para colaboar conosco. Segundo consta ele tem uma grande coleção de manchetes de jornais, devidamente classificadas, que podem ser reproduzidas no ALMANAQUE. Seja como fôr já estou providenciando a mudança de endereço para ALMANAQUE CAMPELLO. Se Elifas Andreato do ALMANAQUE BRASIL precisar, está autorizado a usar da "gillete press".

.....................................................................................................................

No espaço seguinte faço dois comentários curtos para treinar a linguagem

 

· Zezo · 10:20 ·


 

 

 

sábado, 21 de abril de 2007


O teste continua


Parece que as coisas estão melhorando. O isolamento foi quebrado. Recebí algumas visitas aqui no blog. A do Pedro, meu filho, foi a mais lacônica. Disse apenas um "olá" e partiu. Mas já não estou tão sòzinho. E à partir de terça-feira próxima, 24 de abril, o desenho do blog estará bem mais apresentável. Além disso deverei iniciar a "postagem" de textos atualizados sobre todos os asuntos que vierem à cabeça. Aguardo colaborações e sugestões. Não desanimem. Visitem.

O texto à seguir foi enviado para alguns amigos, lá por meados de março passado. Um desses amigos me deu uma resposta ácida. Mas a maioria dos que respondeu até gostou. As críticas e comentários, no entanto, não vieram sobre o texto que eu reproduzí. E sim sobre o meu texto de apresentação. Imagino que as matérias do blog serão recebidas assim, com críticas, reparos e afagos. Estando ainda na fase de teste, reproduzo os mesmos comentários que fiz e a "matéria" do blog do mello que me despertou a atenção. Quando enviei aos amigos não sabia de quem era o blog. Agora sei. Foi Elena Camarinha, pessoísta de primeira (quem quiser saber de Fernando Pessoa fale com ela) quem me apresentou e me enviou aquele endereço do mello. É um blog interessante.






Encontrei esse antigo artigo "publicado" num blog que eu desconhecia. Ví nêle, escarafunchados, muitos dos argumentos preconceituosos que alguns amigos repetem, talvez sem maiores especulações. E até porque não têm obrigação de especular nada sobre o que faz esse governo. Mas eu que trabalho com essas coisas, com a política, com a economia & otras cositas, e que andei passeando pelo sertão do nordeste e por algumas regiões isoladas da amazônia,(sempre com ar-condicionado ligado, é claro, e com mujiques a me atenderem) o reproduzo para provocar a reflexão. E não por provocação. Afinal, a eleição já passou e o que temos agora para azedar nossas vidas é o caos aéreo -(Nosso Guia confunde o lider sindical com o comandante supremo das forças armadas. Já era para ter mandado prender todos os controladores e os expulsado da Aeronáutica em cerimônia vexatória. Do mesmo jeito que essa atividade já poderia ter saído da área militar há muito tempo) - Confesso, com toda sinceridade, quando ouço amigos citarem exemplos da Coréia, na educação, da Europa, no auxílio desemprego, etc. etc. que não entendo a raiva que demonstram quando se adotam essas medidas por aqui (ninguém reclama quando se adotam medidas que atingem o "andar de cima", como diz o Gaspari). Mas quando essas mesmíssimas medidas para atingir o populacho são adotadas no Brasil ,seja por quem quer que seja, elas se tornam "populistas". Os programas sociais de Dona Ruth Cardoso também eram criticados dessa forma. Parece que o sujeito de classe média, de onde vem a maioria de meus amigos, pensa que o povo tem acesso ao que é feito para ele, de classe média, e acha que o sujeito pobre não usufrui do benefício, qualquer que seja, porque não quer. Com o cheque especial o sujeito aperta um pouquinho no juro, mas não passa fome. Com o cheque voador, por exemplo, dá para assegurar a matrícula da filha no curso de inglês até o mês seguinte quando melhorou a situação, etc. Por que, então, esse Severino, de Cururupú, no Maranhão, não usa o cheque especial para comprar o que precisa, invés de subir num páu de arara em direção ao sul-maravilha? Além dessa "confusão social", que para mim indica até uma identificação, existe também, a distinção discriminatória. E aí não é mais característica de meus amigos. Mas é de pessoas com quem convivo. Lembro quando da implantação do respeito às faixas de pedestreres em Brasília. Uma madame que passou uma noite inteira, num coquetel, elogiando Londres, onde os carros de luxo, e outros que fossem, paravam para ela atravessar a rua, me disse revoltada, dias depois, que teve que ficar esperando um tempão, aqui em Brasília, "uma empregadinha" e toda a família atravessar a faixa de pedestres quando ela, a madame, estava apressada para deixar a filha na escola. Pelo que pude concluir essa lei só devia valer onde a madame andasse a pé. Aqui ela só anda de carro. Para que faixa de pedestre, não é? Minha vizinha de frente perguntou-me, revoltada, se eu pensava que estava nos Estados Unidos, quando fui à casa dela reclamar porque ela deixou o cachorrinho "sujar" minha calçada, em frente à minha porta. É, essas coisas não são para nós. A gente não merece. E nosso povo, feio então, é que não merece mesmo. Distribuição de alimentos só fica legal naquelas filas em Nova York, com pobres encasacados e usando boinas para se protegerem do frio e da neve. Lá tem charme de filme de Wood Allen (é assim que se escreve o nome daquele diretor?). A lanchonete do Marista onde a Larinha estuda vende alimentos muito melhores do que essas merendas distribuidas pelos "gunvernos". Se o cara não compra na lanchonete nem matricula os filhos no Marista é porque viciou-se nas esmolas do governo. Um absurdo! -Nada de cestas básicas. Pobre que se exploda!!! A questão que se me apresentam, geralmente, é a seguinte: - Se eles continuarão pobres com essas cestas e esses programas, por que o governo gastar com essas cestas e esses programas? É melhor o governo pegar esse dinheiro e investir na soja. É. É uma opção. É uma escolha política. Éum ponto de vista....

Não sei quem é o dono desse blog. Se ele reclamar porque reproduzí o texto dele não vou pagar nada.

-----------------------------------------------



Os liberais estão inconformados, revoltados mesmo, com a possibilidade de mais quatro anos de um governo que acham "populista", por medidas como o Bolsa Família, o Luz para Todos, o aumento do salário-mínimo, a redução de impostos na cesta básica alimentar e na de material de construção para a casa própria, do crédito facilitado para aposentados, pensionistas e pequenos investidores...

Por isso, voto em Lula. São necessários mais quatro anos de Lula para que se pare com essa conversa fiada de que Bolsa Família é esmola, que o Brasil necessita é de mercado liberado (menos na hora do prejuízo, porque aí a Viúva "auxilia")... O Bolsa Família é um programa com regras - como, por exemplo, a que obriga a criança a comparecer à escola, ao médico, a tomar as vacinas - que contribuirão para um futuro melhor para o país, onde o Bolsa Família - aí sim - se tornará supérfluo. Mas isso não acontece de hoje para amanhã.

E enquanto o médio e o longo prazo não chegam, o que fazer com a legião de miseráveis que cerca as grandes cidades, com os mendigos - adultos e, tragicamente, crianças - alcoólicos, viciados em cola, benzina, thinner, esmalte, crack - muitos deles já completamente irrecuperáveis; o que fazer com os camponeses sem terra atropelados pelo agrobusiness; o que fazer com os que trabalham para os traficantes, para o crime em geral, se não há mercado de trabalho legal para eles; o que fazer com aqueles para quem o futuro já passou, que não se alimentaram a tempo, não estudaram direito, não têm o mínimo preparo para enfrentar esse mundo altamente competitivo do mercado liberado; aproveitarmos nossa imensa fronteira marítima e lançá-los ao mar, sem bote ou salva-vidas?

Se foram necessários oito anos de governo FHC para que o brasileiro se visse livre da dependência da correção monetária, que o fazia viciado em inflação, precisamos agora de mais quatro anos de Lula no governo para que o país entenda de uma vez por todas que se acabou o tempo de planejar o Brasil sem levar em conta os mais pobres. Por isso, sou Lula de novo.

(Leia aqui um manifesto de mais de 500 professores contra a candidatura Alckmin , publicado no Blog Entrelinhas. Leia aqui uma lista de professores que votam em Lula )

 

· Zezo · 18:50 ·


 

 

quarta-feira, 18 de abril de 2007



tragédia

Tragédia. "Tragédia grega de orígem hebraica"! Estou arrasado, frustrado e humilhado. Nenhum de meus filhos, nem de meus sobrinhos, fez a gentileza de aceder ao meu blog. E já faz dois dias que espero esses contatos. É uma evidência de que estou isolado do mundo. Estarei como Ávaro de Campos, tão isolado do mundo e tão pobre nas minhas idéias.....? Além do Ivan Guilherme, o mais importante psicólogo do País, sòmente sobrinhos e filhos foram avisados desse blog, e era para eles fazerem comentários, pois preciso testar o funcionamento da rede virtual e aprender a interagir com a máquina. Para falar a verdade, o Edgard, meu sobrinho que está nos EUA, respondeu sobre a dúvida quanto à orígem do blog. Demonstra que ele leu o comentário ahí de baixo e que viu o blog. Mas enviou a resposta diretamente para meu endereço eletrônico. Pedí autorização a ele para "blogar" sua resposta. Será esse o termo, "blogar"? Acho que a explicação de Edgard para o que passamos a chamar de blog tem lógica. Leiam o que ele diz e espero que cheguem outras explicações.

Diante do silêncio, quase absoluto, vou estender o reclame do endereço do blog para outras pessoas.

 

· Zezo · 16:27 ·


 

 

segunda-feira, 16 de abril de 2007


Este é um teste.

Gostaria de ter um espaço, uma página na Internet, onde pudesse dizer uma porção de coisas, falar de vários assuntos, mostrar diversas imagens, trocar informações e, enfim, me corresponder de uma maneira fácil com meus amigos.

Pedí a Lara, a criatura mais linda do universo, e a mais inteligente (embora a Júlia e a Marina discordem quanto aos dois atributos) que elaborasse uma página na Internet, nesse (ou neste? não sei onde me sitúo quando acedo a esse - ou a este?- universo) mundo virtual. Essa página tem o nome de blog, já estou sabendo. Não sei porque tem esse nome: blog. Gostaria muito de saber porque não se chama Jornal Virtual, Página Eletrônica, ou algo do gênero. É que "blog" não me diz nada. Talvez a primeira página desse tipo, contendo informações, tenha sido batizada com esse som e as que vieram depois simplesmente copiaram....quem sabe? Desde já, peço que pesquisem e me digam de onde vem essa expressão. Eu leio diàriamente dois blogs que trazem informações jornalisticas. O blog do Noblat e o blog do Magno. Mas leio, também, vez em quando, o blog do Mello (www.blogdomello.blogspot.com). Esse blog do mello está fazendo um levantamento, uma pesquuisa, sore a história dos blogs. Mas não trata do nome. Êle, simplemente, localizou o blog mais antigo da rede. Parece que é o de uma americana, hippie, que hoje vive no Iraque, de onde, ainda hoje envia informações sobre a invasão daquele país.

Como eu disse no início, este texto é apenas um teste. Serve para que Lara avalíe espaço, desenho, etc. Espero continuar....

 

· Zezo · 20:31 ·

Ações do documento
Sobre o Autor
Minha fotografia
José Campello Neto
Brasília - DF
Jornalista e advogado